Uma vida cheia de trabalho e obrigações pode ser longa e dolorosa. Mas quanto tempo de vida nós realmente usamos para as coisas boas da vida? As alegrias, tristezas, brincadeiras... O amor? O sofrimento?
Sim, quanto tempo de vida usamos para sofrer? Para amar?
Não importa quanto tempo a vida dure, desde que tenhamos passado por todo tipo de sentimento de verdade, foi uma vida bem vivida. Não importa quantas obrigações podemos ter no dia-a-dia, é necessário reservar uma parte para aproveitar a coisa mais valiosa que possuímos: a vida. Sim, sair com os amigos, curtir um namorado, brincar com os filhos, com os cachorros, sentir o vento no rosto... Curtir um amor novo, uma decepção nova. Refletir sobre ela, tirar suas próprias conclusões e assim perceber que evoluímos com o sofrimento, ainda que não nos façam bem em dito momento.
A vida é o bem mais precioso que possuímos e, ao mesmo tempo, o que podemos perder a qualquer segundo. E é por isso que cada dia deve ser aproveitado como se fosse o último, para que quando a vida chegar ao seu fim outros poderão dizer que mesmo vivendo menos tempo do que um homem que vive mais de 110 anos, este aproveitou mais, sentiu mais, se divertiu mais. Enfim, VIVEU mais.
É necessário também tomar cuidado com as decisões tomadas ao longo de nossas vidas. É por meio delas que podemos encurtar ou aumentar nosso tempo de vida, modificar o de outros, tornar nossa vida mais feliz, o que interfere na felicidade de terceiros também. É um ciclo que nunca vai se acabar, enquanto uma pessoa luta pela sua felicidade e a consegue, automaticamente um outro alguém pode sofrer com a sua escolha por lutar para ser feliz, direta ou indiretamente. Decidir lutar por aquela pessoa que você ama pode causar a infelicidade de outro alguém que goste da mesma, ou até mesmo de você, por exemplo. Não que seja errado pensar no próprio bem estar para garantir o de outros, ao contrário, se todos pensarem da mesma forma e lutarem pela felicidade todos a conseguem algum dia. Mas é necessário pensar se nossas escolhas levarão a verdadeira felicidade ou somente a uma alegria momentânea que pode causar uma tristeza verdadeira para outra pessoa.
Por fim, como diz a música dos titãs, “é preciso saber viver”... Para que vivamos bem, vivamos muito e não atrapalhemos o viver dos outros e, ao fim de tudo, poder dizer a plenos pulmões... “Eu vivi”.
Todos somos Promethea
Um comentário:
parabens Thata...lindo!
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